quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MATÉRIA DO GLOBO NEWS TENDENCIOSA

Por Demetrius Farias


Neste último dia 08 de novembro o site da Globo News publica a seguinte matéria tendenciosa e sem o menor fundamento científico:
Edição do dia 08/11/2011

07/11/2011 10h34 - Atualizado em 09/11/2011 08h57
Pais não têm influência na orientação sexual dos filhos, diz psicóloga
O Espaço Aberto Saúde mostra que a violência e o abuso ainda marcam a vida de muitos cidadãos por causa da escolha sexual.

A medicina não considera as diferentes orientações sexuais como doença. Essa é uma conquista que vem dos anos 90. O debate, agora, avança sobre a questão da transsexualidade.
A Justiça se adianta e já reconhece o direito a um novo nome e à mudança de gênero em muitos casos. E, para os brasileiros e brasileiras do mesmo sexo, permite a união estável e também a partilha de bens e heranças. Mas o preconceito, a violência e o abuso ainda marcam a vida de muitos cidadãos.
O programa conversou com especialistas e pessoas que passaram pela batalha de aceitar a si mesmo e serem aceitos pelas famílias. Segundo a psicóloga Ana Ferri, “O papel do psicólogo é o de ajudar o indivíduo a viver a sua sexualidade de maneira mais plena, e não tentar curá-lo, porque a homossexualidade e a bissexualidade não são doenças". Ela continua: “A homossexualidade não tem a ver com a maneira com que a pessoa foi educada. Os pais não têm influência sobre isso”.
Além da reportagem, as entrevistas e o as declarações sem fundamento teórico-científico, fruto de pesquisa isenta de pressupostos políticos ou encomendados por grupos de militância GLBT ou grupos e entidades que  colaboradoras e fazem lobby em favor da Agenda Gay no Brasil, como o Conselho Federal de Psicologia e a emissora de TV Rede Globo. As declarações da psicóloga desconhecem ou parece querer fazer desconhecer o grande público da verdade, de compromissos que o CFP tem com psicólogos que discordam da homossexualidade como ela vem sendo promovida atualmente, como os cristãos. Veja aqui: CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, A RESOLUÇÃO 01/99, e o Ofício 1058-00/DIR-CFP: A Falácia do Diálogo.

O mais irritante é ver que alguns argumentos são demasiadamente fracos e alguns nitidamente contraditórios. Por exemplo, ao se afirmar que a família não tem influência formação da sexualidade das crianças e adolescente dentro de seus contextos familiares, a psicóloga não faz coro com seu colega psiquiatra, que defende a participação dos pais na educação dos filhos sobre "diversidade e diferenças sexuais". Longe de lançar a responsabilidade sobre a família, o que seria bom, na verdade a reportagem insinua que a escola deve assumir este papel educacional, mesmo contradizendo orientações educacionais domésticas. Ora, não seria esta uma apologia a programas de intervenção estatal nas políticas educacionais, como o malfadado Kit Gay? Digas-se de passagem que, a psicóloga entrevistada, é diretamente envolvida com grupos de defesa GLBT, perdendo assim qualquer isenção sobre o tema, já que expressa sua opinião particular (é só fazer uma rápida pesquisa no Google para verificar isso).


Esta reportagem, assim como a ONU, sua Agenda de Promoção Gay no mundo, e as políticas de esquerda de países europeus e os EUA, ignoram o que trabalhos científicos sérios vem demonstrando o que os cristãos sempre afirmaram: IMPORTANTE ESTUDO REVELA: É POSSÍVEL MUDAR DE ORIENTAÇÃO SEXUAL e ESTUDO DA UNIVERSIDADE FORDHAN FORNECE 'EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS' DAS INICIATIVAS DE MUDANÇA DA ORIENTAÇÃO SEXUAL.

Ainda sobre ciência, os militantes gays, alguns psicólogos e sociólogos insistem em afirmar, ainda que sem base alguma da ciência moderna, que a homossexualidade é natural e inata. Luiz Santolin e Julio Severo escrevem:

"APELAÇÃO CIENTÍFICA
Todavia, a obstinação dos militantes não se confina apenas a deturpar a História e a lei de Deus, mas também a ciência – do ponto de vista experimental. É por isso que o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia, afirma: "A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays."1 Porém, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida a Jesus Cristo, diz: "Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce, já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências (...) A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais como depressão, desordens obsessivas, diabetes... Mas não consideramos esses problemas ‘normais’ só porque ocorrem ‘naturalmente’ (...) A Biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas."2 
Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou uma base orgânica para a homossexualidade. O ativista homossexual Dennis Altman faz uma observação acerca de um estudo do Instituto Kinsey: "Eles estão impressionados com os consideráveis esforços de biólogos, endocrinologistas, e fisiologistas em provar esse fundamento; estou mais impressionado com a incapacidade de tantos anos de pesquisa resultarem em nada além de meras ‘sugestões’."3 
Os ativistas homossexuais declaram que a homossexualidade é natural. Os grupos gays e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais. No entanto, dois excelentes livros escritos pela Dra. Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.4 Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família: "Kinsey zombava da idéia... [Kinsey] afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro]".5 Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de "liberar" as crianças das restrições sociais. Isso, na verdade, passa a inocentar o criminoso. Infelizmente essa conspiração resultou, em 1992 na Holanda, na legalização do relacionamento hetero (entre sexos diferentes) e homossexual de adultos com crianças a partir dos 12 anos. Nos EUA, a maior responsável por esta luta é a Associação Norte-Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA)."
O Professor João Flávio Martinez, professor de Religiões, graduado em História e fundador do Centro Apolgético Cristão de Pesquisa, escreve:

"Se não existem provas de que o homossexualismo seja de ordem biológica devemos questionar, então, quais são os fatores que levam uma pessoa à homossexualidade. Ankerberg e Weldon falam da ausência de fatores orgânicos e a realidade de que homossexualismo é um comportamento aprendido. Eles citam as conclusões a que chegaram o Dr. Joseph Nicolosi, Willian Masters e Virgínia Johnson - três grandes pesquisadores americanos da área de sexualidade humana: 
“O Dr. Joseph Nicolosi salienta que já examinou todos os tipos de literatura científica que têm relação com os supostos princípios biológicos da homossexualidade: ‘Eu mesmo revisei toda a literatura... e certamente não acredito, e acho que nenhum cientista realmente acredita, que haja predeterminação para a orientação sexual. 
Existem muito mais evidências para os fatores ambientais que, desde cedo, determinariam a orientação sexual de uma pessoa. 
“Ninguém menos que a grande autoridade no assunto, o próprio Alfred Kinsey, conforme citado por W.B. Pomeroy, seu pesquisador adjunto, declara: ‘Eu mesmo cheguei à conclusão de que a homossexualidade é, em grande escala, uma questão de condicionamento.’ 
Talvez isso explique porque os especialistas em sexo Masters e Johnson enfatizem: ‘É de grande importância que todos os profissionais da área de saúde mental tenham em mente que o homossexual masculino ou feminino é basicamente um homem ou uma mulher por determinação genética, com orientação homossexual por preferência aprendida’.” 
Cientistas do comportamento humano, conselheiros e terapeutas de ex-homossexuais têm quase a mesma opinião sobre as causas do homossexualismo: a maioria dos homossexuais teve problemas na área familiar. 
Muitos tornaram-se homossexuais pela falta de referência saudável dos pais, falta de afetividade e toques físicos, ausência de exemplo paternal sadio, inversão de papéis dos mesmos (mães dominadoras e superprotetoras e pais apagados ou indiferentes), moralismo excessivo ou ausência de educação sexual, separação dos pais e violência no lar. 
O psicólogo americano Gary Collins acredita que o fator de maior influência é, no entanto, o que envolve pais e filhos. Ele afirma: 
“Teorias psicanalíticas afirmam que a homossexualidade afeta os homens criados em famílias onde o pai é uma figura passiva e ineficaz, enquanto a mãe é dominadora. A mãe ensina sutilmente o filho a ser passivo e dedicado a ela. Ele não tem um exemplo masculino forte a seguir e logo descobre que é menos competente que os companheiros para relacionar-se com as meninas. 
O filho perde então a confiança em sua masculinidade e teme a idéia de intimidade com mulheres. As filhas em tais famílias sentem que os pais são pouco amigáveis ou as rejeitam e elas têm então pouca oportunidade para relacionar-se com homens realmente masculinos, associando-se melhor com as mulheres. Esta explicação é a causa mais comumente aceita e melhor documentada para a homossexualidade.” 
Além de lares disfuncionais, algumas experiências na infância e adolescência levaram pessoas às práticas homossexuais: experiências sexuais - satisfatórias ou não - com pessoas do mesmo sexo (colegas, primos, parentes); medo; insegurança; a própria escolha de praticar o homossexualismo e abuso sexual na época da formação da identidade sexual. Segundo informações de líderes de ministérios com ex-gays nos EUA, 85% das mulheres lésbicas que buscam ajuda, sofreram algum tipo de abuso e entre 50 e 60% de homens homossexuais sofreram abuso sexual. 
É importante ressaltar que muitos envolveram-se no homossexualismo, também, devido a rótulos que receberam: “Você é gay!”, “Sua bicha louca!”, “Mulher-macho, sapatão!”, “Você é bicha mesmo e não tem jeito!” etc. Ouvir tudo isso é forte e doloroso demais para crianças e adolescentes. Com certeza esses rótulos marcam suas mentes e emoções. E, como a maioria não tem um lar amigável (onde os pais mantém constante diálogo com os filhos e os orientem com amor), acaba acreditando nas mentiras que lhes são ditas e assimilam psicológica e emocionalmente os tais rótulos."
Pessoalmente, é revoltante ver a cada dia que passa, minha categoria profissional se prestar a este tipo de propaganda. E mais, acobertados por membros do Conselho que legislam em causa própria no CFP, e fazem lobby no congresso e na mídia, outros colegas, psicólogos e demais profissionais da saúde mental, abrirem a boca para fazer afirmações sem embasamento científico, ficando apenas com teorias e hipóteses psicanalíticas ou qualquer outra corrente teórica que o valha.

Espero que, apesar da tremenda campanha promovida por esta minoria alarmista, barulhenta e abusada, que reivindica democracia e direitos apenas para eles, com o cerceamento do direito dos demais, seja debelada elo bom senso da sociedade e pela participação das famílias, pais, mães e instituições historicamente corretas e defensoras de uma sociedade sadia, onde os valores e princípios cristão que moldaram o Ocidente, e possuem paralelos em outras culturas no mundo, não sejam aviltados.

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