Nota Inicial: Recebi este texto por e-mail, encaminhado por minha esposa. Minha esposa deve ter achado o texto muito interessante, por isso me encaminhou. Ao ler, também gostei muito (apesar dos palavrões que foram editados por mim) e o texto fala de uma verdade musical que pouca gente tem coragem de denunciar: a porcaria do "forró atual" e do tecnobrega que agora fazem parte da (a)"cultura" brasileira. Luiz Gonzaga deve se revirar no túmulo.
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'Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!'. A maioria, as moças, levantam a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.



