quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

MALES DOS ÚLTIMOS DIAS DE 2011

Por Demetrius Farias

Infelizmente, a não ser pela majestosa e soberana pessoa de Jesus Cristo, em um mundo onde se festeja o consumismo, papai noel (em minúsculo mesmo), ano novo e muita feitiçaria disfarçada, eu não tenho muito o que comemorar. Neste final de ano, parece que as sombras de fortes ameaças ao cristianismo brasileiro a aos valores cristãos da nossa sociedade, pairam e assombram os nossos olhos para o ano de 2012.

Além da hilária expectativa velada de muitos sobre o fim do mundo em dezembro deste próximo ano, expectativa muito mais real e segura de uma existência destrutiva, podemos encontrar no rescaldo que ficará deste ano e que assinala a continuidade de uma guerra cultural e de valores, que cada vez mais se agrava no país.

Para começar esta retrospectiva de dezembro:

1. Em parceria com a ONU, o Governo Federal e a Rede Globo de Televisão (isso é "fantástico"!!!), produziram e lançaram uma propaganda anti-homofobia, incentivando denúncias pelo Disque 100 (Disque Direitos Humanos), que havia sido lançado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, na pessoa da famigerada Sr. Secretária Maria do Rosário. Atores da novela “Insensato Coração”, que interpretavam uma dupla homossexual, deixam claro: “Discriminar homossexual é crime”. Eu me pergunto em um momento como este: "Em que lei???" O termo "discriminação", é fortemente empregado por ativistas LGBT para rotular toda atitude e opinião filosófica e religiosa contrária à sua.
Assista o vídeo:

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O GRANDE PAI SOVIÉTICO

Joseph Stalin inspira, ainda que indiretamente,

a política e discurso do governo, dos movimentos
sociais e dos "Direitos Humanos".
Por Dr. Leonardo Bruno


Quando eu fazia o curso de história e assistia às chatíssimas aulas de pedagogia, era um lugar-comum repetido a exaustão, tanto por alunos, como por professores, para a resolução dos problemas da violência e dos adolescentes infratores, a panacéia de que o governo deveria investir em “políticas públicas” ou “políticas sociais”. Ou então, que os professores deveriam ser uma espécie de substitutos dos papéis de mãe e pai para o menor, tais como umas babás de jovens mal crescidos. Faladas em torno da linguagem dos “direitos humanos”, da “defesa da criança e do adolescente”, essas propostas pareciam lindas na boca de nossos ursos sábios. E os alunos as papagueavam com uma sacralidade angelical, como se isso representasse a mais excelsa virtude moral.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CONFERÊNCIA NACIONAL LGBT INICIA EXIGINDO KIT GAY PARA CRIANÇAS NAS ESCOLAS

Maria do Rósario: depois da “vitória”
na Lei da Palmada, o alvo agora é liberar o kit gay


Por Julio Severo

Com o patrocínio do governo federal, a II Conferência Nacional LGBT começou em 15 de dezembro, em Brasília. As passagens áreas e estadia de hotel foram pagas pelo governo de Dilma Rousseff.

A abertura foi feita pela ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário; o assessor especial da presidente Dilma Rousseff, Gilberto Carvalho; o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ); Ramais de Castro, do Conselho Nacional LGBT; a ativista lésbica Irina bacci; a ministra da Igualdade Racial, Luiza Barros; a ativista trans Giovana Baby; a desembargadora aposentada, Maria Berenice Dias e Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
Maria do Rosário estava emocionada. Ela mal havia acabado de comemorar a vitória do governo na aprovação do projeto de lei que criminaliza o direito dos pais aplicarem castigos físicos — criminalização que era um sonho antigo dela. Com o governo agora avançando para um controle maior sobre as famílias e crianças, chegou a vez de lidar novamente com o kit gay.

VERGONHA: BANCADA EVANGÉLICA FEZ ACORDO COM GOVERNO PARA APROVAR PROJETO QUE CRIMINALIZA OS PAIS

Dep. João Campos, presidente da FPE
Comentário de Julio Severo: Governo federal não aceitou os termos da bancada evangélica, que acabou se conformando e fazendo um acordo, conforme Surita, para que o projeto siga diretamente para o Senado, sem chance de ser votado em plenário e ser derrotado.
Minha pergunta é: que tipo de “pressão”, monetária ou não, o Planalto usou para que os deputados evangélicos “se conformassem” e fizessem esse acordo safado?
A notícia abaixo é do Estado de S. Paulo.

Lei teve de ser negociada com a bancada evangélica

O Estado de S. Paulo - 15/12/2011
A aprovação da Lei da Palmada só foi possível graças a uma intensa negociação do governo com líderes da bancada evangélica.Refratários à nova legislação defendida pelo Planalto, os deputados evangélicos lutaram até o último minuto para tentar alterar o projeto na sua essência. Mas, diante da resistência do governo, acabaram se conformando com mudanças mais leves no projeto.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

LEI DA PALMADA, PL 7672/2010 SERIA VOTADA HOJE EM COMISSÃO ESPECIAL DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Por Demetrius Farias


Hoje, 13 de dezembro de 2011, foi para votação em caráter conclusivo, a PL 7672/2010 de autoria do executivo que, se aprovado, segue direto para o Senado Federal. Alguns deputados já se manifestaram quanto a protocolarem recurso (são necessários 10% das assinaturas dos parlamentares da casa), o que levaria a matéria para apreciação em plenário.

A relatora do projeto, a Deputada Teresa Surita (PMDB-RR) apresentou um substitutivo com alterações no texto original, modificando o anterior. O novo texto prevê a proibição do abuso e não do uso de “adoção de castigos moderados”, como propõe o Projeto de Lei 2.654/2003 da Deputada Maria do Rosário, que em 2010 já havia sido aprovado e esperava por votação no Senado Federal (veja aqui).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA CNBB NEGA QUE A ENTIDADE TENHA FEITO ACORDO COM MARTA SUPLICY SOBRE O PLC 122



O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Raymundo Damasceno Assis emitiu nota de esclarecimento sobre o que parte da imprensa chamou de "acordo" entre a senadora Marta Suplicy e a CNBB a respeito do Substitutivo do PL 122/2006 que trata da questão da criminalização da homofobia.


Confira a nota:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
Brasília, 07 de dezembro de 2011

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por fidelidade a Cristo e à Igreja, no firme propósito de ser instrumento da verdade, vem esclarecer que, atendendo à solicitação da senadora Marta Suplicy, a recebeu em audiência, no dia 1º de dezembro de 2011, e ouviu sua apresentação sobre o texto substitutivo para o PL 122/2006.
A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa. Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.
Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

domingo, 11 de dezembro de 2011

ADIADA VOTAÇÃO DE PROJETO QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA - VIDA E CIDADANIA - GAZETA DO POVO

Debate em clima tenso teve aplausos e vaias, mas não impediu busca de acordo; votação pode ocorrer só em 2012

Ativistas da causa homossexual e grupos religiosos acompanharam com interesse, e, em muitos momentos, com aplausos e vaias, debate na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta quinta-feira (8), sobre o projeto de lei da Câmara (PLC 122/2006) que criminaliza a homofobia. A pedido da relatora, senadora Marta Suplicy (PT-SP), a proposta foi retirada da pauta de votações para reexame, na tentativa de se buscar um entendimento entre as correntes favoráveis e contrárias ao projeto.
O clima tenso no evento não inviabilizou, entretanto, uma conversa cordial entre o senador Magno Malta (PR-ES) - crítico do PLC 122/2006 - e o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis. De um lado, Magno Malta reiterava que a ninguém é dado o direito de ser intolerante contra quem quer que seja, incluindo homossexuais e religiosos. Do outro, Toni Reis defendia a busca por um texto de convergência, baseado no respeito, e não na agressividade.

TEOLOGIA GAY: O CRIME HERMENÊUTICO

Por Pr. Eguinaldo Hélio de Souza
Se “teologia gay” for uma expressão aceitável e coerente com o evangelho, devemos nos perguntar se logo não teremos “teologia zoofílica” ou “teologia incestuosa” ou “teologia pedófila” e até “teologia necrofílica”. Desenvolver uma teologia cristã apoiada em uma prática sexual condenada pela Bíblia é mais que um paradoxo, é uma blasfêmia, uma loucura intelectual, um disparate.
A idéia de um “cristão gay” não passa de um contrassenso. E isso não é fruto de preconceito, mas de preceito bíblico. Ninguém pode ser cristão e praticar algo condenado para um cristão. Um cristão não está isento de cometer algum pecado devido à fraqueza humana, mas justapor esse pecado como título ao seu título de cristão é pior do que relativizar o pecado. É mais do que justificá-lo. É querer mudar a natureza do próprio pecado, chamando o sujo de limpo, o indecente de santo, a imundície em pureza. É justificar a atitude condenada em Isaías 5.20. Adicionar “gay” ao título cristão, não cristianiza o homossexualismo. Homossexualiza o cristianismo. O que equivale dizer que o anula. E por quê?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A CNBB TRAIU O MOVIMENTO, VÉIO...!!!

Por Julio Severo
Titulo Original: CNBB faz acordo com Marta Suplicy para aprovar PLC 122

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fez um acordo para apoiar a aprovação do PLC 122, que será votado nesta quinta-feira, 8 de dezembro, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O acordo, que foi feito com Marta Suplicy do PT, envolveu uma concessão que a relatora do PLC 122 já havia proposto, sem sucesso, para a bancada evangélica, conforme está registrado em entrevista dela contida neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g


Com o acordo, padres e pastores poderiam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade, mas apenas dentro de seus templos. Fora dos templos, as punições, inclusive com 5 anos de cadeia, continuariam válidas para pregações e opiniões contra o homossexualismo em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs, jornais, revistas, etc.
Segundo o gabinete da Senadora Marta Suplicy, a CNBB não fará nenhuma oposição a uma lei que puna crimes homofóbicos e discriminação por orientação sexual. O que a CNBB dizia temer era o PLC 122 punindo discursos religiosos que classificam a homossexualidade como pecado. Mas agora, com a liberdade que Marta garantiu de padres e pastores poderem falar contra a homossexualidade apenas dentro dos templos, a CNBB aparentemente ficou satisfeita. O acordo incluiu o seguinte parágrafo ao texto substitutivo do PLC 122:
“Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”
Suplicy acredita que não vá conseguir o voto dos parlamentares evangélicos na votação de quinta-feira, mas ela está confiante no apoio e mobilização da CNBB, pois são necessários apenas 10 votos favoráveis dos 19 membros da Comissão de Direitos Humanos.
Além do acordo com a CNBB, a senadora petista também conta com a ajuda da Rede Globo, que está lançando uma campanha em massa de combate à “homofobia”. A campanha tem o apoio da ONU e do governo petista de Dilma Rousseff.
Ela declara que se a aprovação se tornar realidade na quinta-feira, será possível fazer mais “aprimoramentos” e “avanços” no PLC 122 mais tarde. Ela disse: “Se conseguirmos aprovar, damos um passo avante. Daí encaminhamos para Câmara dos Deputados, onde poderão aprimorar ou propor um novo projeto com mais avanços”.
Jean Wyllys, juntamente com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, espera posteriormente derrubar a pequena concessão feita à CNBB, para que o PLC 122 não contenha nenhuma “brecha” para os que se opõem ao avanço da agenda gay.

O que você pode fazer:

Ligue gratuitamente para o Senado e peça para os senadores do seu Estado e todos os outros para não votar no PLC 122/2006. Ligue para 0800-612211.
Para mandar emails aos senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: www.senado.gov.br/senadores
Divulgue este alerta a todos os seus contatos!
Com informações do MixBrasil e G1

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

ALERTA: A MORDAÇA DA "MACUMBA" VEM AÍ

Agora é Vodu contra os crentes


Por Julio Severo

Título Original: Maria do Rosário lança comitê governamental que, em nome da diversidade religiosa e direitos humanos, protegerá religiões afro-brasileiras
A ministra Maria do Rosário, da Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), lançou nesta quarta feira (30 de novembro), em Brasília, o Comitê de Diversidade Religiosa e Direitos Humanos. Pelo que a ministra declarou durante a solenidade, o Comitê tem apenas o objetivo de “garantir que todas as atividades religiosas sejam respeitadas no Brasil”.
Contudo, em declaração oficial no site do governo, a ministra entrou em detalhes sobre a real intenção desse Comitê. Rosário “explicou que o Comitê atuará recebendo e encaminhando denuncias de violações ao direito à diversidade religiosa”, destacando que o governo, através de abrangentes medidas, vai “reforçar a importância do respeito à diversidade religiosa no território nacional. Entre as religiões que são alvo de preconceito, Rosário citou as de matriz africana, que constantemente são atacadas.”
Mesmo sem esse comitê, a proteção governamental às religiões afro-brasileiras já vinha ocorrendo de forma escancarada no Brasil, desde pelo menos o governo Lula.
Em 2008, meu blog denunciou:
Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
O caso caiu no esquecimento, tanto da mídia quanto do governo. No mesmo ano, outro caso assustador foi denunciadopor meu blog:
“No Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão”.
Numa notícia de 2010, o G1 da Globo, com seu habitual descaso e omissão contra os cristãos, disse:
Uma briga entre integrantes de duas religiões acabou em morte em Sapucaia do Sul (RS), na madrugada desta quinta-feira (11). Segundo a Brigada Militar, um grupo de evangélicos que realizava orações em uma área rural se encontrou com integrantes de uma religião de origem africana, que iriam realizar rituais na mesma região.
Houve uma discussão e dois evangélicos foram atingidos por facadas. Um deles teve ferimentos no pescoço e não resistiu. O outro foi ferido no abdômen e foi encaminhado ao hospital.
Até esta manhã, ninguém foi preso.
É evidente que se as vítimas se enquadrassem no perfil de praticantes de alguma religião afro-brasileira, os agressores nunca ficariam impunes. A própria Globo teria dado o nome dos evangélicos agressores e exigido enérgicas medidas governamentais. O próprio governo teria intervindo para garantir punição.
Entretanto, considerando que o crime foi contra evangélicos, a Globo omitiu o nome das vítimas e não demonstrou nenhum interesse de exigir punição para os culpados. De forma oposta, o jornal Zero Hora deu mais detalhes e nomes, noticiandoque oito evangélicos foram surpreendidos pela chegada de um grupo de cinco indivíduos de uma religião afro-brasileira. Houve um desentendimento e o evangélico Nilton Rodrigues, de 34 anos, foi esfaqueado e morto. O pastor João Carlos de Oliveira escapou ferido e foi hospitalizado.
Zero Hora revelou que, segundo o delegado Eduardo Moraes, amigos de Nilton contaram que antes de agredirem e matarem, os adeptos da religião afro-brasileira haviam lançado ofensas contra a religião da vítima.
Com o apoio do governo brasileiro, pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve em reunião da ONU para denunciar evangélicos do Brasil
Mesmo assim, quem está recebendo toda a atenção do governo não são as vítimas das religiões afro-brasileiras, mas seus líderes. Em 2009, o pai-de-santo Ivanir dos Santos, com o patrocínio direto do governo Lula, participou de conferência da ONU para denunciar os evangélicos do Brasil. Esse pai-de-santo, que representa o candomblé, está liderando uma campanha governamental de “combate à intolerância religiosa”. Essa campanha está contando com o apoio do Rev. Marcos Amaral, um importante pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, que já foi denunciado no meu blog, embora sua denominação não tenha até o momento feito nenhuma manifestação pública positiva ou negativa sobre ele e suas atividades “ecumênicas”. Esse pastor, que tem horror às igrejas neopentecostais, está lutando lado a lado com pais-de-santo nas campanhas governamentais contra o preconceito e a discriminação às religiões afro-brasileiras.

Pr. Marcos Amaral: aliado do pai-de-santo Ivanir dos Santos em campanhas governamentais de proteção às religiões afro-brasileiras
Em 2008, meu blog também denunciou que a filha de um pastor presbiteriano americano esteve de visita ao Brasil exclusivamente para fortalecer as raízes das religiões afro-brasileiras.
Maria do Rosário, a ministra de Dilma Rousseff que lançou oficialmente o Comitê de Diversidade Religiosa e Direitos Humanos para proteger as religiões afro-brasileiras, é a mesma militante petista que defende a criminalização dos pais que aplicam correção física nos filhos e a descriminalização do aborto. Ela também defende que as crianças devem receber doutrinação homossexual nas escolas.
Assim, na mentalidade radical dela, não se pode aplicar disciplina física nos filhos. Mas matar bebês em gestação, segundo ela, é um direito humano, assim como é também ensinar sexo anal para crianças das escolas. Ela tem lutado lado a lado com Marta Suplicy e os ativistas gays pela aprovação do PLC 122. E agora ela quer que as religiões afro-brasileiras sejam colocadas oficialmente na categoria de vítimas inocentes em necessidade de proteção governamental, mesmo quando pais-de-santo e adeptos dessas religiões matam cristãos e outros inocentes.
De acordo com as tradições cristãs, as religiões afro-brasileiras representam manifestações de bruxaria. A Bíblia, que é a regra máxima de fé e vida dos cristãos, faz observações fortes sobre as práticas de feitiçaria, onde o próprio Deus diz:
“Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O Deus Eterno detesta os que praticam essas coisas nojentas.” (Deuteronômio 18:10-12 BLH)
“Eu sei que você sabe fazer despachos e que as suas feitiçarias são poderosas; mas tudo isso não adiantará nada. De repente, no mesmo dia, você vai ficar viúva e vai perder os filhos.” (Isaías 47:9 BLH)
“Por isso, cairá a desgraça sobre você, e as suas feitiçarias não valerão nada. A sua destruição está chegando, e não haverá jeito de escapar dela. Será uma desgraça como você não imaginava e virá quando você menos estiver esperando.” (Isaías 47:11 BLH)
“Acabarei com as suas feitiçarias e os deixarei sem adivinhos.” (Miquéias 5:12 BLH)
“O resto da humanidade, isto é, todos os que não tinham sido mortos por essas pragas, não abandonou aquilo que eles haviam feito com as suas próprias mãos: Eles não pararam de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus crimes de morte, nem das suas feitiçarias, nem da sua imoralidade sexual, nem dos seus roubos.” (Apocalipse 9:20-21 BLH)
O que faria um pastor e filha de pastor se envolverem na defesa de uma prática que traz maldição e ruína para famílias e nações? O que tem motivado as lideranças evangélicas e católicas do Brasil a fazerem alianças com um governo socialista que está fortalecendo a bruxaria como “cultura” e trabalhando ativamente para enfraquecer todo e qualquer traço de Cristianismo e liberdade cristã na sociedade?
Pelas profecias da Bíblia, os seguidores de Jesus Cristo serão perseguidos, até mesmo pelo governo. É uma grande infelicidade, porém, que as sementes dessa perseguição estejam sendo semeadas com a cumplicidade e apostasia de muitos líderes e políticos cristãos que amam mais o dinheiro e o poder do que a Deus.

sábado, 3 de dezembro de 2011

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DO SENADO - AUDIÊNCIA PÚBLICA DE 29/11/2011 - OS LÍDERES E POLÍTICOS PRÓ-GAY NÃO PARTICIPARAM. COVARDIA?

A última audiência pública da Comissão de Direitos Humanos do Senado, em 29/11/2011, se realizou sem a presença dos defensores e militantes da causa gayzista, que tratou do PLC 122 e a problemática da falaciosa "homofobia". Fica a pergunta: Onde eles estavam???

Fato é, no próximo dia 07/12, na quarta-feira desta próxima semana, o PLC poderá ser votado, de modo que conclamamos a todos que repitam o ato que realizamos em maio deste ano, ao enviar e-mails para todos os senadores, denunciando os abusos e a inconstitucionalidade do PLC 122 (para conhecer os e-mails dos senadores, acesse aqui).

Segue os vídeos:


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

180 GRAUS: o Vídeo que sacudiu o Youtube em poucos dias


Lançado em setembro passado (link do vídeo original: http://www.youtube.com/watch?v=7y2KsU_dhwI), já foi assistido por mais de 1.719.012 pessoas no Youtube, e causou um sucesso impressionante, gerando debates na internet e muita polêmica, principalmente pela abordagem adotada, que sabiamente fez com que pessoas se vissem envoltas em terríveis dilemas morais, obrigando-as a rever conceitos formados pela mídia em geral. O vídeo aborda sobre nazismo, o Holocausto, a questão do aborto legalizado, e o perdão dos pecados. Com poderosos argumentos e de uma sutileza muito bem aplicada, este vídeo pró-vida revela que a população americana, embora eu creia que no Brasil seja a mesma coisa, é totalmente ignorante quanto ao passado e a verdade moral implicada na questão do aborto e no valor da vida humana, possuindo valores falsos e construídos por visões políticas ligadas ao feminismo, laicismo e ateísmo. O vídeo revela detalhes de surpreendente constatação, de que a ignorância chegou a um ponto tal, que nem mesmo a memória do Holocausto e a pessoa de Adolf Hitler estão na cabeça da atual geração.

Mais o mais tremendo deste vídeo, tem sido os resultados produzidos. O DVD deste vídeo está vendendo como sorvete nos EUA, e todos os que assistiram ao vídeo, e tinham posturas pró-aborto, mudaram de opinião imediatamente. Além disso, muitos se converteram ao evangelho, até alguns dos participantes que foram entrevistados no vídeo.

Kathleen Gilbert, articulista do portal LifeSiteNews.com (traduzida por Julio Severo), comenta:


O documentário pró-vida de 33 minutos tem uma abertura com cenas perturbantes de vários jovens que não conseguem reconhecer Adolf Hitler, uma ignorância que o autor e entrevistador Ray Comfort liga à aceitação generalizada do moderno Holocausto: o aborto legalizado. Enquanto jovens adultos que são entrevistados no filme são forçados a conectar a matança legalizada de judeus com o fato de que a sociedade está aceitando a matança de bebês em gestação, eles são vistos mudando de opinião, passando a se opor ao aborto.


“Assistir ao 180 é como andar na montanha-russa — uma experiência que provoca emoções —, pois assistimos pessoas se contorcendo enquanto são colocadas num dilema moral com perguntas do tipo ‘se enterraríamos judeus vivos (algo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial), sob a ponta de um revólver nazista’”, disse Comfort. “O filme testa o caráter para mostrar o quanto as pessoas valorizam a vida humana. Ficar ignorante do que é possivelmente a parte mais sombria da história humana inevitavelmente resultará na desvalorização da vida, e uma repetição do Holocausto”.


Comfort diz esperar que o filme “possa estar chegando até uma escola secundária perto de você”: no mês passado, entre 180.000 e 200.000 exemplares do DVD de 33 minutos foram distribuídos para as 100 mais importantes universidades dos EUA, e agora o autor, que é judeu e co-apresentador de um programa de TV, está voltando a atenção para as escolas secundárias.


Embora alguns possam fazer objeção à iniciativa de dar lição sobre o Holocausto para adolescentes da escola secundária, Comfort, que é pastor evangélico e judeu, diz que os Estados Unidos hoje precisam muito de tal educação.


“Voltei aos nossos estúdios [depois de filmar 180] com 14 entrevistas com pessoas que acham que [Hitler] era comunista, ou um ator, ou que até mesmo nunca tinham escutado o nome dele”, disse ele. “Esses jovens são um tanto ignorantes quanto ao que é possivelmente a parte mais sombria da história humana, pois o sistema de educação dos EUA os deixou na mão”.


Comfort disse que os vídeos do 180 estão “rapidamente desaparecendo das prateleiras, como se fossem sorvetes vendidos em pleno verão quente”, nas campanhas locais de doação.


Mas a coisa mais fascinante sobre 180 não é sua popularidade, mas seu impacto em audiências que são a favor do aborto, diz ele. “A coisa estupenda é que as pessoas que assistem a esse filme mudam da posição pró-aborto para a posição pró-vida”, disse Comfort. “Temos recebido milhares de e-mails de pessoas, muitas das quais mudaram enquanto estavam assistindo ao filme”.


Uma estudante de escola pública secundária na Virginia Ocidental escreveu um e-mail sobre como o 180 ajudou a mudar a mente da sala de aula inteira dela acerca do aborto. “Nesta semana passada em nossa aula de educação cívica estávamos escrevendo trabalhos didáticos sobre leis que desejávamos mudar nos EUA. Depois de assistir a esse vídeo, minha escolha é mudar as leis de aborto, e como eu desejava que fosse ilegal”, escreveu ela.


Depois que eu havia acabado de ler meu trabalho didático, surgiu um debate na aula (obviamente) sobre como é que eles achavam que o aborto deveria ser uma escolha, principalmente se o bebê está doente ou a causa da gravidez é um estupro. Mas logo que começamos a comparar essa situação com Hitler e os judeus, a mente de todos começou a mudar… Por causa do filme 180, pude mudar a opinião da minha classe inteira sobre o aborto e no final da aula, todos os 25 estudantes e meu professor haviam levantado a mão concordando que o aborto propositado deveria ser ilegal.


Outro escreveu simplesmente: “Eu costumava votar em candidatos pró-aborto. Mas nunca mais farei isso. NUNCA”.

CHAMADA

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