domingo, 6 de fevereiro de 2011

ATIVISTA GAY DE UGANDA É MORTO POR PARCEIRO

Rebecca Millette
KAMPALA, Uganda, 4 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois do assassinato brutal do ativista gay ugandense David Kato na semana passada, os meios de comunicação, os ativistas homossexuais e os grupos de direitos humanos afirmaram que o assassinato foi consequência dos sentimentos anti-homossexualismo de Uganda.
Contudo, na quarta-feira a polícia prendeu um homem de nome Nsubuga Enock que dizem era um dos parceiros sexuais de Kato e que havia confessado ter cometido o assassinato.
De acordo com o superintendente da polícia Kale Kayihura, o suspeito disse que “havia negociado com o morto para ser pago em dinheiro para ser usado como um parceiro sexual”.
Ele disse que o homem então fez sexo, mas Kato não pagou. “No dia seguinte, Nsubuga confessa que pegou um martelo que estava no banheiro e bateu na cabeça dele”, disse Kayihura.
“Não há nada concreto que indique que Nsubuga tivesse sido motivado por ódio, embora não estejamos descartando isso”.
A polícia disse que Enock era um ladrão muito conhecido.
Kato foi assassinado em 24 de janeiro. Os meios de comunicação e os ativistas gays do mundo inteiro imediatamente denunciaram a morte dele como um ataque direto à postura homossexual dele e Kato está sendo descrito como um ativista herói e “modelo”.
A entidade Human Rights Watch (Vigilância dos Direitos Humanos), cuja sede está em Nova Iorque, divulgou uma declaração na quinta-feira passada exigindo uma investigação minuciosa do caso. “A morte de Kato é uma perda trágica para a comunidade de direitos humanos”, disse Maria Burnett, pesquisadora sênior de assuntos africanos na Human Rights Watch. “David havia enfrentado corajosamente as crescentes ameaças aos indivíduos LGBT ugandenses e nós sentiremos muita falta dele”.
Os jornais da América do Norte na semana passada criticaram cruelmente Uganda como um país “profundamente” anti-homossexual e citou o envolvimento famoso de Kato com grupos homossexuais como o motivo para o assassinato. De acordo com as reportagens deles, Kato recebeu “muitas ameaças de morte” durante os últimos meses depois que ele, junto com outros ativistas homossexuais, foi “tirado do armário” num jornal que publicou sua foto.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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